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QUINTA-FEIRA SANTA DAS PRIMEIRAS VEZES

Nova matriz, novo diácono e o primeiro Tríduo do padre Rodrigo conosco

Por PASCOM . dia em PARÓQUIA

QUINTA-FEIRA SANTA DAS PRIMEIRAS VEZES
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A celebração da Ceia do Senhor desse ano teve novidades em nossa comunidade. Foi a primeira vez na nova matriz, a primeira do Abílio Bocardi como diácono permanente e a do padre Rodrigo Stabel na condição de vigário em nossa paróquia.

NA CAPELA

QUINTA-FEIRA SANTA DAS PRIMEIRAS VEZES

Com dois padres servindo a paróquia, a opção para 2025 foi a de celebrar o Tríduo Pascal em dois locais e, além da matriz, a Capela Nossa Senhora de Fátima (Jd. Bom Pastor) foi a escolhida para viver o centro de nossa fé.

Com muita alegria o Pe. Rodrigo Stabel iniciou o tríduo diante de uma capela lotada de fiéis e acompanhado pelo diácono permanente Jailson Dantas. A comunidade também esteve em vigilia até a celebração da Paixão do Senhor nesta Sexta-feira Santa.

NA MATRIZ

Depois de duas páscoas fechadas para ampliação e reforma a matriz paroquial abriu as portas nessa Semana Santa. Já com a pintura das laterais concluídas, Pe. Beto também celebrou a Quinta-feira Santa para uma igreja lotada e esteve acompanhado pelo diácono permanente Abílio Bocardi e do seminarista Luiz Norita, vocação que nasceu em nossa paróquia. Na homilia ele convidou os fiéis a viverem intensamente a Paixão do Nosso Senhor e indagou a assembleia; "quem vocês convidariam para ceiar pela última vez contigo?"

Em outro momento lembrou que ser cristão não é uma tarefa fácil ao dizer; "Jesus lavou os pés de todos os discípulos, inclusive o de Judas, que ele já sabia que o trairia" ressaltou o pároco.

PELA PRIMEIRA VEZ

A celebração foi inesquecível para o diácono permanente Abílio Bocardi, tanto por ser o primeiro tríduo dele na condição de diácono quanto por ter sido surpreendido duas vezes na celebração. Inicialmente somente o Pe. Beto lavaria os pés na matriz, mas antes do início da celebração, ele mudou os planos e disse ao diácono que ele dividiria a cerimônia com o padre, e o outro fator foi a obra do acaso que colocou pai e filho na mesma cena.

LAVA PÉS

O lava pés é por si só um dos momentos mais emocionantes da celebração da Quinta-feira da Ceia do Senhor, mas esse ano Deus caprichou no enredo em nossa paróquia.

Tudo começou pela aleatoriedade da escolha das pessoas para a cerimônia. Os escolhidos foram os 12 fiéis que sentaram nos 12 lugares em que a equipe de liturgia havia colado secretamente as toalhas da cerimônia. Isso trouxe um cenário belíssimo, onde idosos, jovens, crianças, negros, brancos, morenos, paroquianos e visitantes dividiram a cena nos presbitérios e, na matriz, ainda teve um bônus.

Um dos que encontraram a toalha foi o jovem Danilo Bocardi, filho do diácono Abílio, e a ordem de chegada, ele foi o último a encontrar e a chegar ao presbitério, acabou colocando-o na cadeira da primeira pessoa em que o diácono fosse lavar o pés. O fato chamou a atenção do pároco que falou aos presentes; "sei que mudei o roteiro e peguei o diácono de surpresa - se referindo ao fato de ter feito o diácono também lavar os pés dos fiéis - mas meu coração me dizia que eu precisava fazer isso Abílio, olha só o que aconteceu?" Revelou Pe. Beto apontando para a pessoa da primeira cadeira em que o diácono Abílio faria o lava pés. Quando o pai lavou o pé do filho, a assembleia comovida aplaudiu.

Ao final das celebrações (matriz e capela) que marcaram tantas primeiras vezes, os MECEs fizeram a transladação do Santíssimo Sacramento para os locais onde foram realizadas as vigilias.

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